{"id":5126,"date":"2017-10-21T22:01:45","date_gmt":"2017-10-22T01:01:45","guid":{"rendered":"https:\/\/www.frutadovale.com.br\/2013\/?p=5126"},"modified":"2017-10-22T21:37:34","modified_gmt":"2017-10-23T00:37:34","slug":"mercado-de-nozes-e-castanhas-crescera-53","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.frutadovale.com.br\/2013\/2017\/10\/21\/mercado-de-nozes-e-castanhas-crescera-53\/","title":{"rendered":"Mercado de nozes e castanhas crescer\u00e1 53%"},"content":{"rendered":"<p>Produtores de castanhas e nozes do Brasil articulam a cria\u00e7\u00e3o de uma associa\u00e7\u00e3o para fomentar a produ\u00e7\u00e3o nacional. <strong>A safra 2017\/2018 deve totalizar 38.800 toneladas de castanha do Brasil (do Par\u00e1), de caju e macad\u00e2mia, um aumento de 53% em rela\u00e7\u00e3o ao ciclo anterior.<\/strong><\/p>\n<p>Apesar da perspectiva de crescimento nesta safra, o Pa\u00eds responde por apenas 0,92% da produ\u00e7\u00e3o mundial, que dever\u00e1 atingir a 4.2 milh\u00f5es de toneladas neste ciclo.<\/p>\n<p><strong>&#8220;O Brasil tem um potencial enorme para crescimento neste segmento, seja como cultura complementar ou principal&#8221;, disse o presidente da Datagro, Pl\u00ednio Nastari, durante o segundo encontro Latino Americano de Nozes e Castanhas, realizado ontem, na Federa\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias do Estado de S\u00e3o Paulo (Fiesp), na capital.\u00a0\u00a0<\/strong>Ele atribui a previs\u00e3o de clima favor\u00e1vel para a cultura, considerando a produ\u00e7\u00e3o de junho deste ano a julho do ano que vem. Na safra colhida no come\u00e7o deste ano as castanhas foram afetadas pela falta de chuva e a produ\u00e7\u00e3o, no caso da castanha do Brasil, recuou em torno de 70%. <strong>Entre as culturas que registraram crescimento tamb\u00e9m est\u00e1 a noz-pec\u00e3. Com 80% da produ\u00e7\u00e3o concentrada no Rio Grande do Sul, os produtores ga\u00fachos cultivam 3.500 hectares e produziram 5.000 toneladas contra as 3.300 toneladas obtidas na safra passada. &#8220;O clima foi muito favor\u00e1vel e tivemos uma produ\u00e7\u00e3o acima da m\u00e9dia&#8221;, disse o diretor da Pecanita, Claiton Wallauer.<\/strong><\/p>\n<p><strong>A produ\u00e7\u00e3o de noz-pec\u00e3 se concentra do Sul do Pa\u00eds, enquanto a da castanha do Par\u00e1 na regi\u00e3o Norte, a castanha de caju, no Nordeste, a castanha de baru, no Centro-Oeste, e noz macad\u00e2mia, no Sudeste.<\/strong><\/p>\n<p><strong>Associa\u00e7\u00e3o<\/strong><strong> &#8211; <\/strong>Apesar da perspectiva de produ\u00e7\u00e3o crescente, h\u00e1 ainda muitos fatores que jogam contra a produ\u00e7\u00e3o brasileiro de nozes e castanhas, disse o diretor da Divis\u00e3o de Nozes e Castanhas, do Departamento do Agroneg\u00f3cio (Deagro) da Fiesp e propriet\u00e1rio da QueenNut, Jos\u00e9 Eduardo Mendes Camargo, um dos pioneiros na produ\u00e7\u00e3o de macad\u00e2mia.<\/p>\n<p>Ele defende a cria\u00e7\u00e3o de uma associa\u00e7\u00e3o que concentre as entidades que j\u00e1 atuam no segmento em busca de melhorias para o setor. &#8220;Faltam dados consolidados sobre a produ\u00e7\u00e3o brasileira, assim como pesquisas sobre novas variedades e sobre op\u00e7\u00f5es de controle biol\u00f3gico de pragas&#8221;, disse.<\/p>\n<p>Para Camargo, a falta de linhas de cr\u00e9dito adequadas ao setor \u00e9 outro entrave. Enquanto a produ\u00e7\u00e3o de castanhas do Brasil (Par\u00e1) e de caju \u00e9 feita de forma extrativista, a macad\u00e2mia e a castanha de baru s\u00e3o cultivadas, e levam em torno de cinco anos para come\u00e7ar a produzir. &#8220;\u00c9 preciso um cr\u00e9dito que longo prazo para atender a esse produtor que vai demorar a ter retorno&#8221;, defende o empres\u00e1rio.<\/p>\n<p><strong>O encontro realizado em S\u00e3o Paulo contou com representantes de produtores da Am\u00e9rica Latina, entre os quais o presidente do ChileNut, entidade que agrega os produtores locais, Siegfried Von Gehr.<\/strong><\/p>\n<p>O pa\u00eds \u00e9 considerado refer\u00eancia no segmento, e dobrou as exporta\u00e7\u00f5es em 15 anos. Segundo Gehr, o crescimento est\u00e1 ligado ao investimento em pesquisas para o desenvolvimento de cultivares adaptadas ao clima e solo das regi\u00f5es produtoras. <strong>&#8220;Houve um investimento muito grande nessa produ\u00e7\u00e3o, que hoje \u00e9 a segunda maior do Chile, atr\u00e1s apenas das uvas de mesa&#8221;, disse Gehr. O pa\u00eds tem 45.000 hectares e pretende dobrar a \u00e1rea at\u00e9 2025. <\/strong>Nos primeiros nove meses deste ano, o Brasil exportou <strong>12.700 toneladas de nozes e castanhas, com receita de US$ 98.8 milh\u00f5es.<\/strong> Em todo o ano de 2016, as exporta\u00e7\u00f5es chegaram a 24.600 toneladas e US$ 149.5 milh\u00f5es em receita O mercado mundial movimentou US$ 35 bilh\u00f5es no ano. <strong>*<\/strong><strong>DCI &#8211; Di\u00e1rio do Com\u00e9rcio &amp; Ind\u00fastria<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Produtores de castanhas e nozes do Brasil articulam a cria\u00e7\u00e3o de uma associa\u00e7\u00e3o para fomentar a produ\u00e7\u00e3o nacional. A safra 2017\/2018 deve totalizar 38.800 toneladas de castanha do Brasil (do Par\u00e1), de caju e macad\u00e2mia, um aumento de 53% em rela\u00e7\u00e3o ao ciclo anterior. 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