{"id":5073,"date":"2017-09-26T22:56:25","date_gmt":"2017-09-27T01:56:25","guid":{"rendered":"https:\/\/www.frutadovale.com.br\/2013\/?p=5073"},"modified":"2017-09-26T23:19:24","modified_gmt":"2017-09-27T02:19:24","slug":"e-tempo-de-jabuticaba-a-mais-gostosa-das-brasileiras","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.frutadovale.com.br\/2013\/2017\/09\/26\/e-tempo-de-jabuticaba-a-mais-gostosa-das-brasileiras\/","title":{"rendered":"\u00c9 tempo de jabuticaba, a mais &#8216;gostosa&#8217; das brasileiras!"},"content":{"rendered":"<p>Elas s\u00e3o roxas ou negras, suculentas, deliciosas e fazem a alegria de adultos e crian\u00e7as entre os meses de setembro e janeiro. Isso mesmo, \u00e9 tempo de jabuticaba! Natural do Brasil, a frutinha \u00e9 t\u00e3o apreciada por aqui que chegou a ser tema da obra de Monteiro Lobato, &#8220;O S\u00edtio do Pica-Pau Amarelo&#8221;, ganhando inclusive trilha sonora. Quem n\u00e3o se lembra da m\u00fasica de diz &#8220;Olha a preta de caro\u00e7o branco que a m\u00e3o do moleque arranca no toque. O que bate na boca que a jaboticaba faz ploquet pluft nhoque, ploquet pluft nhoque!&#8221;<\/p>\n<p>Todas as jabuticabeiras s\u00e3o \u00e1rvores nativas do Brasil e, at\u00e9 hoje, podem ser encontradas espont\u00e2neas na maior parte do pa\u00eds. S\u00e3o, no entanto, mais freq\u00fcentes em Minas Gerais, no Esp\u00edrito Santo, no Rio de Janeiro, em S\u00e3o Paulo e no Paran\u00e1. Tempos atr\u00e1s, provavelmente, as jabuticabeiras vegetavam nas \u00e1reas que margeavam os rios e c\u00f3rregos da regi\u00e3o Sudeste, dando forma\u00e7\u00e3o a extensas capoeiras e matas repletas pela \u00e1rvore, tendo se expandido tanto naturalmente como atrav\u00e9s do cultivo.<br \/>\nDesde sempre, quando o homem aprendeu a cultiv\u00e1-la e a saborear seus frutos, a jabuticabeira \u00e9 \u00e1rvore obrigat\u00f3ria em qualquer pomar ou quintal. Nas fazendas do sul de Minas Gerais e de S\u00e3o Paulo foi bastante freq\u00fcente o costume de se manterem extensos pomares formados, exclusivamente, por diferentes variedades de jabuticabeiras: verdadeiros jabuticabuis que, sem qualquer pretens\u00e3o comercial, proviam de seus deliciosos frutos as afortunadas fam\u00edlias e a comunidade de seus agregados.<\/p>\n<p>Apesar de todas as suas qualidades, do sabor t\u00e3o apreciado e da abund\u00e2ncia de frutos que oferece a cada flora\u00e7\u00e3o, a jabuticabeira continua sendo, hoje, uma fruteira quase exclusiva de pomares caseiros ou de pequenas planta\u00e7\u00f5es. Ou seja, n\u00e3o se encontram pomares verdadeiramente comerciais de jabuticabas.<\/p>\n<p>Os dois principais fatores que restringem a expans\u00e3o de sua cultura s\u00e3o, em primeiro lugar, os custos e as dificuldades de uma colheita num pomar com muitas \u00e1rvores; e, em segundo, a precariedade da conserva\u00e7\u00e3o de seus frutos, uma vez que o fruto deve ser colhido pronto para o consumo e que a<br \/>\nsua fermenta\u00e7\u00e3o inicia-se praticamente no mesmo dia da colheita. E depois, quem j\u00e1 foi crian\u00e7a, como o poeta, e j\u00e1 enlouqueceu ao descobrir uma jabuticabeira repleta de frutos, sabe que &#8220;jabuticaba chupa-se no p\u00e9&#8221;!<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Elas s\u00e3o roxas ou negras, suculentas, deliciosas e fazem a alegria de adultos e crian\u00e7as entre os meses de setembro e janeiro. Isso mesmo, \u00e9 tempo de jabuticaba! 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